🌞 Bom dia, Fernandes
Há terras onde a estrada parece acabar. Fernandes é uma delas. Mas estar quase no fim do caminho não significa estar longe: significa, muitas vezes, estar mais perto do silêncio, da paisagem e de uma forma de vida que ainda conserva os seus ritmos.
A aldeia integra o eixo de ligação entre Mértola e o Pomarão e, durante gerações, viveu da relação próxima entre as comunidades rurais, o trabalho e os caminhos da margem esquerda do Guadiana.
Hoje, Fernandes continua também a guardar saberes feitos à mão. Entre eles, a arte do cadeireiro, uma atividade que ainda se mantém ativa e ligada à terra, recordando um tempo em que muitos dos objetos do quotidiano eram feitos, reparados e transmitidos pelas mãos de quem os sabia fazer.
Quem conhece Fernandes? Quem tem cadeiras feitas aqui?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
Há terras onde a estrada parece acabar. Fernandes é uma delas. Mas estar quase no fim do caminho não significa estar longe: significa, muitas vezes, estar mais perto do silêncio, da paisagem e de uma forma de vida que ainda conserva os seus ritmos.
A aldeia integra o eixo de ligação entre Mértola e o Pomarão e, durante gerações, viveu da relação próxima entre as comunidades rurais, o trabalho e os caminhos da margem esquerda do Guadiana.
Hoje, Fernandes continua também a guardar saberes feitos à mão. Entre eles, a arte do cadeireiro, uma atividade que ainda se mantém ativa e ligada à terra, recordando um tempo em que muitos dos objetos do quotidiano eram feitos, reparados e transmitidos pelas mãos de quem os sabia fazer.
Quem conhece Fernandes? Quem tem cadeiras feitas aqui?
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🌞 Bom dia, Moreanes
No coração da margem esquerda do Guadiana, Moreanes é uma terra de caminhos. Dali parte-se para a Mina de São Domingos, para Mértola, para o Pomarão ou para outras pequenas povoações que dão forma a este território. É um ponto central
A sua história está também ligada à força das pessoas, em 1928 já existia em Moreanes uma sociedade recreativa, sinal de uma tradição associativa com quase um século, hoje continuada pela Associação Recreativa, Cultural e Desportiva de Moreanes. E todos os anos a terra mantém a sua festa tradicional, num encontro que junta residentes, naturais e quem regressa.
Moreanes é uma terra de passagem para muitos caminhos, mas também uma terra onde muita gente sabe que vale a pena ficar.
Quem é de Moreanes? Que caminho ou memória tem desta terra?
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No coração da margem esquerda do Guadiana, Moreanes é uma terra de caminhos. Dali parte-se para a Mina de São Domingos, para Mértola, para o Pomarão ou para outras pequenas povoações que dão forma a este território. É um ponto central
A sua história está também ligada à força das pessoas, em 1928 já existia em Moreanes uma sociedade recreativa, sinal de uma tradição associativa com quase um século, hoje continuada pela Associação Recreativa, Cultural e Desportiva de Moreanes. E todos os anos a terra mantém a sua festa tradicional, num encontro que junta residentes, naturais e quem regressa.
Moreanes é uma terra de passagem para muitos caminhos, mas também uma terra onde muita gente sabe que vale a pena ficar.
Quem é de Moreanes? Que caminho ou memória tem desta terra?
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🌞 Bom dia, Alcaria da Serra
À beira da Serra do Mendro e a poucos quilómetros de Vidigueira, Alcaria da Serra tem aquela dimensão rara do rural que está perto de tudo, mas continua a guardar o seu próprio ritmo. No centro da aldeia, a Igreja de Nossa Senhora das Relíquias, construída no século XVIII, é uma das suas marcas mais antigas.
Mas há uma tradição que, nos últimos anos, ganhou nova vida. Foi em Alcaria da Serra, na antiga casa dos avós, que Ana Faísco recuperou o trabalho artesanal do mosaico hidráulico, recriando padrões, fazendo moldes e dando novas utilizações a uma técnica que durante décadas fez parte das casas alentejanas.
De uma pequena aldeia à beira da serra, um dos mais genuínos elementos do território ganhou nova vida e leva esta memória do chão alentejano muito para além de Alcaria.
Quem ainda tem mosaicos hidráulicos antigos em casa ou quem conhece Alcaria?
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À beira da Serra do Mendro e a poucos quilómetros de Vidigueira, Alcaria da Serra tem aquela dimensão rara do rural que está perto de tudo, mas continua a guardar o seu próprio ritmo. No centro da aldeia, a Igreja de Nossa Senhora das Relíquias, construída no século XVIII, é uma das suas marcas mais antigas.
Mas há uma tradição que, nos últimos anos, ganhou nova vida. Foi em Alcaria da Serra, na antiga casa dos avós, que Ana Faísco recuperou o trabalho artesanal do mosaico hidráulico, recriando padrões, fazendo moldes e dando novas utilizações a uma técnica que durante décadas fez parte das casas alentejanas.
De uma pequena aldeia à beira da serra, um dos mais genuínos elementos do território ganhou nova vida e leva esta memória do chão alentejano muito para além de Alcaria.
Quem ainda tem mosaicos hidráulicos antigos em casa ou quem conhece Alcaria?
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🌞 Bom dia, Corte Sines
Há terras onde a estrada parece acabar e começa o silêncio. Corte Sines é assim: no extremo da margem esquerda do Guadiana, é uma das pequenas povoações mais recônditas de Mértola, num território de montes, caminhos e horizontes de beleza.
Mas chegar ao “fim da estrada” é encontrar também uma igreja que surpreende. A Igreja de São Salvador, de traça muito característica, distingue-se das igrejas rurais que encontramos noutras terras da região e é uma das marcas mais fortes da povoação. À volta, o território guarda ainda outras memórias, como os moinhos da Brava e dos Canais.
Corte Sines é, por isso, uma terra de chegada. Um lugar onde a estrada termina, mas onde a paisagem, a arquitetura e a memória continuam.
Quem conhece Corte Sines e já sentiu que aqui começa outro Alentejo?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
Há terras onde a estrada parece acabar e começa o silêncio. Corte Sines é assim: no extremo da margem esquerda do Guadiana, é uma das pequenas povoações mais recônditas de Mértola, num território de montes, caminhos e horizontes de beleza.
Mas chegar ao “fim da estrada” é encontrar também uma igreja que surpreende. A Igreja de São Salvador, de traça muito característica, distingue-se das igrejas rurais que encontramos noutras terras da região e é uma das marcas mais fortes da povoação. À volta, o território guarda ainda outras memórias, como os moinhos da Brava e dos Canais.
Corte Sines é, por isso, uma terra de chegada. Um lugar onde a estrada termina, mas onde a paisagem, a arquitetura e a memória continuam.
Quem conhece Corte Sines e já sentiu que aqui começa outro Alentejo?
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🌞 Bom dia, Fataca
No interior da freguesia de São Teotónio, Fataca é uma pequena aldeia rodeada pelo território rural que caracteriza esta parte do concelho de Odemira. Com cerca de uma centena de habitantes, fica entre pequenos lugares e tem como paisagem terras agrícolas e florestais
E até o próprio nome desperta curiosidade. “Fataca” é uma palavra usada regionalmente para designar o instrumento utilizado para mexer a coalhada no fabrico artesanal de queijo. Não encontrámos, contudo, documentação que permita afirmar que é daí que vem o nome desta terra.
Quem conhece Fataca sabe de onde vem o nome desta terra?
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No interior da freguesia de São Teotónio, Fataca é uma pequena aldeia rodeada pelo território rural que caracteriza esta parte do concelho de Odemira. Com cerca de uma centena de habitantes, fica entre pequenos lugares e tem como paisagem terras agrícolas e florestais
E até o próprio nome desperta curiosidade. “Fataca” é uma palavra usada regionalmente para designar o instrumento utilizado para mexer a coalhada no fabrico artesanal de queijo. Não encontrámos, contudo, documentação que permita afirmar que é daí que vem o nome desta terra.
Quem conhece Fataca sabe de onde vem o nome desta terra?
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🌞 Bom dia, Alves
Na freguesia de Santana de Cambas, Alves é uma pequena aldeia com pouco mais de meia centena de habitantes, entre Picoitos, Tapada dos Salgueiros e o caminho para o Pomarão. É uma paisagem de montes, campos e horizontes largos, muito próxima do território que durante gerações viveu da relação com o Guadiana e com as minas.
A história desta zona cruza-se também com a agricultura, a pastorícia e, anteriormente, com o contrabando de fronteira e a exploração mineira, que transformou profundamente Alves e as terras vizinhas.
Quem conhece Alves e tem uma história desta terra para nos contar?
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Na freguesia de Santana de Cambas, Alves é uma pequena aldeia com pouco mais de meia centena de habitantes, entre Picoitos, Tapada dos Salgueiros e o caminho para o Pomarão. É uma paisagem de montes, campos e horizontes largos, muito próxima do território que durante gerações viveu da relação com o Guadiana e com as minas.
A história desta zona cruza-se também com a agricultura, a pastorícia e, anteriormente, com o contrabando de fronteira e a exploração mineira, que transformou profundamente Alves e as terras vizinhas.
Quem conhece Alves e tem uma história desta terra para nos contar?
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🌞 Bom dia, A-do-Corvo
Há poucas terras que possam dizer que uma das maiores minas do país tem o seu nome. A-do-Corvo está paredes meias com a Mina de Neves-Corvo e, juntamente com Neves da Graça, deu nome à exploração mineira que há mais de quatro décadas transformou totalmente este território.
A relação com a mina não é uma coisa distante. Está na paisagem, nas famílias, no trabalho e na própria vida da aldeia. Mas A-do-Corvo também guarda uma história muito mais antiga: nas suas proximidades, na Herdade da Espanca, foi encontrado o Silabário de Espança, um dos mais importantes testemunhos da antiga escrita do Sudoeste, associado às comunidades que habitaram este território há mais de dois mil anos.
Uma pequena aldeia entre a memória de um passado muito antigo e uma das maiores explorações mineiras do país.
Quem é de A-do-Corvo e vive esta relação tão próxima com a mina?
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Há poucas terras que possam dizer que uma das maiores minas do país tem o seu nome. A-do-Corvo está paredes meias com a Mina de Neves-Corvo e, juntamente com Neves da Graça, deu nome à exploração mineira que há mais de quatro décadas transformou totalmente este território.
A relação com a mina não é uma coisa distante. Está na paisagem, nas famílias, no trabalho e na própria vida da aldeia. Mas A-do-Corvo também guarda uma história muito mais antiga: nas suas proximidades, na Herdade da Espanca, foi encontrado o Silabário de Espança, um dos mais importantes testemunhos da antiga escrita do Sudoeste, associado às comunidades que habitaram este território há mais de dois mil anos.
Uma pequena aldeia entre a memória de um passado muito antigo e uma das maiores explorações mineiras do país.
Quem é de A-do-Corvo e vive esta relação tão próxima com a mina?
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🌞 Bom dia, Jungeiros
Na freguesia de São João de Negrilhos, Jungeiros é hoje uma aldeia com uma forte ligação à agricultura e ao regadio do Roxo. Mas o território guarda marcas de ocupações humanas muito anteriores à aldeia atual, com vestígios arqueológicos pré-históricos e romanos identificados em vários pontos da freguesia.
Por aqui encontramos também um marco ligado à Ordem dos Cavaleiros de Santiago de Espada, além de uma antiga escola, igreja, sociedade recreativa e o Rancho Folclórico Verdes Campos, que mantém vivas tradições e memórias da comunidade.
Uma terra agrícola onde a vida comunitária continua a ser uma parte importante da sua identidade.
Quem é de Jungeiros e que memória desta aldeia gostava de partilhar connosco?
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Na freguesia de São João de Negrilhos, Jungeiros é hoje uma aldeia com uma forte ligação à agricultura e ao regadio do Roxo. Mas o território guarda marcas de ocupações humanas muito anteriores à aldeia atual, com vestígios arqueológicos pré-históricos e romanos identificados em vários pontos da freguesia.
Por aqui encontramos também um marco ligado à Ordem dos Cavaleiros de Santiago de Espada, além de uma antiga escola, igreja, sociedade recreativa e o Rancho Folclórico Verdes Campos, que mantém vivas tradições e memórias da comunidade.
Uma terra agrícola onde a vida comunitária continua a ser uma parte importante da sua identidade.
Quem é de Jungeiros e que memória desta aldeia gostava de partilhar connosco?
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🌞 Bom dia, Montes Altos
Há poucas terras no Baixo Alentejo com uma história recente tão rica. No início dos anos 90, Montes Altos tinha apenas 11 habitantes permanentes e parecia condenada ao desaparecimento. Em 1993 nasceu o Centro Social de Montes Altos e começou uma experiência de organização comunitária que mudou o destino da povoação.
Chegaram alguns novos moradores, foram criadas respostas sociais e empresas de inserção e a população cresceu. O projeto tornou-se um exemplo estudado de como uma pequena comunidade pode contrariar o despovoamento através da iniciativa local e da capacidade de se organizar.
Montes Altos é, por isso, mais do que uma pequena terra de Mértola. É também uma história de comunidade que decidiu não desaparecer.
Quem conhece Montes Altos e que histórias os nossos leitores guardam deste lugar?
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Há poucas terras no Baixo Alentejo com uma história recente tão rica. No início dos anos 90, Montes Altos tinha apenas 11 habitantes permanentes e parecia condenada ao desaparecimento. Em 1993 nasceu o Centro Social de Montes Altos e começou uma experiência de organização comunitária que mudou o destino da povoação.
Chegaram alguns novos moradores, foram criadas respostas sociais e empresas de inserção e a população cresceu. O projeto tornou-se um exemplo estudado de como uma pequena comunidade pode contrariar o despovoamento através da iniciativa local e da capacidade de se organizar.
Montes Altos é, por isso, mais do que uma pequena terra de Mértola. É também uma história de comunidade que decidiu não desaparecer.
Quem conhece Montes Altos e que histórias os nossos leitores guardam deste lugar?
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🌞 Bom dia, Santa Clara-a-Nova
À porta da aldeia está uma história com cerca de 2500 anos. As Mesas do Castelinho foram fundadas no final do século V a.C., tiveram ocupação romana e, séculos depois, voltaram a ser habitadas durante o período islâmico, quando ali existiu uma fortificação omíada.
Mas Santa Clara-a-Nova também tem histórias mais recentes. Durante séculos, a vida fez-se da agricultura, pecuária e cortiça e, no século XX, muitos partiram em busca de melhores condições. Em 2025, depois de doze anos integrada numa união de freguesias, Santa Clara-a-Nova recuperou novamente a sua autonomia administrativa.
Uma terra entre a planície e a serra, onde milhares de anos de história continuam à vista de quem quiser procurar.
Quem é de Santa Clara-a-Nova e que história desta terra tem, que nos possa contar?
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À porta da aldeia está uma história com cerca de 2500 anos. As Mesas do Castelinho foram fundadas no final do século V a.C., tiveram ocupação romana e, séculos depois, voltaram a ser habitadas durante o período islâmico, quando ali existiu uma fortificação omíada.
Mas Santa Clara-a-Nova também tem histórias mais recentes. Durante séculos, a vida fez-se da agricultura, pecuária e cortiça e, no século XX, muitos partiram em busca de melhores condições. Em 2025, depois de doze anos integrada numa união de freguesias, Santa Clara-a-Nova recuperou novamente a sua autonomia administrativa.
Uma terra entre a planície e a serra, onde milhares de anos de história continuam à vista de quem quiser procurar.
Quem é de Santa Clara-a-Nova e que história desta terra tem, que nos possa contar?
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🌞 Bom dia, São Sebastião dos Carros
Antes da pequena povoação que hoje conhecemos, já aqui existiam comunidades, pois nas proximidades foram encontrados vestígios de uma grande povoação com ocupação romana, paleocristã e islâmica, além da fortificação romana de Papa Leite, construída provavelmente no século I a.C. e mais tarde utilizada como villa rural.
A própria terra teve uma história administrativa autónoma até à reorganização de 2013, quando passou a integrar a União de Freguesias de São Miguel do Pinheiro, São Pedro de Solis e São Sebastião dos Carros. No século XX, viu chegar a eletricidade e enfrentou o despovoamento que marcou grande parte do interior.
Quem conhece São Sebastião dos Carros ou já ouviu falar do antigo povoado de Papa Leite?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
Antes da pequena povoação que hoje conhecemos, já aqui existiam comunidades, pois nas proximidades foram encontrados vestígios de uma grande povoação com ocupação romana, paleocristã e islâmica, além da fortificação romana de Papa Leite, construída provavelmente no século I a.C. e mais tarde utilizada como villa rural.
A própria terra teve uma história administrativa autónoma até à reorganização de 2013, quando passou a integrar a União de Freguesias de São Miguel do Pinheiro, São Pedro de Solis e São Sebastião dos Carros. No século XX, viu chegar a eletricidade e enfrentou o despovoamento que marcou grande parte do interior.
Quem conhece São Sebastião dos Carros ou já ouviu falar do antigo povoado de Papa Leite?
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🌞 Bom dia, Sobral da Adiça
O nome conta uma parte da história: “Sobral” estará ligado ao latim suberale, terra de sobreiros, enquanto “Adiça” é tradicionalmente associado ao árabe e à ideia de mina de ouro. E não é uma associação de lenda, esta serra guarda antigas explorações mineiras e uma história que remonta a tempos muito anteriores a Portugal.
Em 1930, a descoberta do Tesouro do Álamo, um conjunto de cinco peças de ouro da época pré-romana, veio confirmar a riqueza arqueológica deste território.
Hoje, Sobral da Adiça continua ligado à agricultura, à olivicultura, à pecuária e a antigos ofícios. Uma terra entre a serra e os rios Ardila e Guadiana, onde o ouro não está apenas nas histórias antigas, mas também no património que ficou.
Quem conhece Sobral da Adiça e já ouviu contar a história do Tesouro do Álamo?
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O nome conta uma parte da história: “Sobral” estará ligado ao latim suberale, terra de sobreiros, enquanto “Adiça” é tradicionalmente associado ao árabe e à ideia de mina de ouro. E não é uma associação de lenda, esta serra guarda antigas explorações mineiras e uma história que remonta a tempos muito anteriores a Portugal.
Em 1930, a descoberta do Tesouro do Álamo, um conjunto de cinco peças de ouro da época pré-romana, veio confirmar a riqueza arqueológica deste território.
Hoje, Sobral da Adiça continua ligado à agricultura, à olivicultura, à pecuária e a antigos ofícios. Uma terra entre a serra e os rios Ardila e Guadiana, onde o ouro não está apenas nas histórias antigas, mas também no património que ficou.
Quem conhece Sobral da Adiça e já ouviu contar a história do Tesouro do Álamo?
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🌞 Bom dia, Fornalhas Novas
No interior norte de Odemira, Fornalhas Novas é um dos lugares rurais da freguesia de Bicos, numa paisagem onde a agricultura e a floresta se encontram e onde o montado, os campos e as explorações agrícolas continuam a definir o território.
É também uma terra de produção: por aqui encontramos agricultura, olival, viticultura, criação animal e atividades florestais, numa zona que mantém uma forte relação com a terra.
Quem conhece Fornalhas Novas e as suas histórias?
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No interior norte de Odemira, Fornalhas Novas é um dos lugares rurais da freguesia de Bicos, numa paisagem onde a agricultura e a floresta se encontram e onde o montado, os campos e as explorações agrícolas continuam a definir o território.
É também uma terra de produção: por aqui encontramos agricultura, olival, viticultura, criação animal e atividades florestais, numa zona que mantém uma forte relação com a terra.
Quem conhece Fornalhas Novas e as suas histórias?
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🌞 Bom dia, Bicada
No limite da freguesia de Espírito Santo, Bicada é um lugar onde a escala da terra não impede a vontade de fazer comunidade. Com cerca de 30 habitantes, mantém-se ligada à agricultura e à paisagem rural que caracteriza esta margem do grande território de Mértola.
E há aqui uma marca que merece ser valorizada: a Associação de Moradores e Amigos de Bicada, exemplo dessa capacidade tão própria dos pequenos lugares de se organizarem para manter viva a terra, criar momentos de encontro e cuidar do lugar onde vivem.
Quem conhece Bicada e sabe da amizade pela terra?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
No limite da freguesia de Espírito Santo, Bicada é um lugar onde a escala da terra não impede a vontade de fazer comunidade. Com cerca de 30 habitantes, mantém-se ligada à agricultura e à paisagem rural que caracteriza esta margem do grande território de Mértola.
E há aqui uma marca que merece ser valorizada: a Associação de Moradores e Amigos de Bicada, exemplo dessa capacidade tão própria dos pequenos lugares de se organizarem para manter viva a terra, criar momentos de encontro e cuidar do lugar onde vivem.
Quem conhece Bicada e sabe da amizade pela terra?
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