Os agricultores do concelho de Serpa, lembram que apoio não é rendimento, uma vez que repartidos por igual, os 200 milhões de euros anunciados dão cerca de 64 euros por mês a cada exploração;

Na carta aberta, os agricultores mostram que, no gasóleo agrícola, o Estado cobra mais de taxa de carbono do que os 10 cêntimos por litro que devolve, enquanto Espanha apoia com 20 cêntimos, propõem a isenção da taxa de carbono no gasóleo agrícola e o estudo da autoliquidação do IVA e convidam o Ministro a vir a Serpa e reiterando o pedido de reunião, ainda sem resposta.

Os agricultores convidam José Manuel Fernandes a conhecer, no terreno, “os campos de cereais, os olivais tradicionais, os montados e as explorações pecuárias que, apesar de todas as dificuldades, continuam a manter este território produtivo e habitado.”

É ainda deixada a garantia que não querem “confrontos pessoais”, aquilo que pretendem são “respostas, respeito e políticas que reconheçam a realidade de quem produz", porque consideram que “a agricultura não se faz com anúncios. Faz-se com trabalho, investimento, risco e persistência.”

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